Todas as informações disponibilizadas pela API MoniBus foram extraídas diretamente da API Olho Vivo.
{
"hr":"12:51",
"vs":[
{
"p":"72944",
"a":true,
"py":-23.661334500000002,
"px":-46.768457749999996
}
]
}
Um script Python 3.5 é usado para receber dados minuto a minuto. A cada rodada de coleta de informações, quase 3 mil requisições são feitas em 30 threads e resolvidas, em média, em menos de 20 segundos.
As informações obtidas são armazenadas em arquivos JSON da mesma forma como foram recebidas. A transformação dos dados para PostGIS fica a cargo da plataforma Django e será discutida na próxima seção.
Uma amostra dos dados armazenados está disponível para análise exploratória no CartoDB.

O ponto de saída desses dados é o endereço https://monibus.laury.me/api/registro e o único método HTTP permitido para o público nele é GET. Os filtros disponíveis podem ser usados em conjunto ou separadamente e são eles:
“p”: código do veículo
“codigoLinha”: código da linha segundo o padrão de bancos de dados internos da SPTrans. Para encontrar esse número é preciso ou fazer uma busca na API oficial da SPTrans ou consultar o arquivo GTFS também disponibilizado pela empresa pública
“a”: veículo buscado tem acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida. Valores possíveis são “true” e “false”
“hr”: horário oficial desse registro dado pela API da SPTrans no momento da coleta do dado
“data”: data e horário em que a coleta foi de fato realizada. Esse campo usa o formato de representação de data ISO 8601. Exemplo: “2017-04-26T12:59:00.868132Z”
“data_lte”: busca todos os registros com data e horário menor do que o especificado
“data_gte”: busca todos os registros com data e horário maior do que o especificado
Os dados retornados seguem a especificação aberta GeoJSON.
Os procedimentos de coleta de dados começaram no dia 19 de abril e se encerraram com a consolidação das mudanças na API da SPTrans em 2 de junho. Nesse meio tempo, a coleta sofreu com alguns problemas técnicos, mas se manteve consistente na maior parte do período.
A seguir, temos um relatório mais detalhado sobre os incidentes ocorridos:
19 de abril
21 de abril
24 de abril
26 de abril
29 de abril
4 de maio
23 de maio
26 de maio
2 de junho
A malha de transporte público viário na cidade de São Paulo teve quase 3 bilhões de transportes de passageiros em 2016 e é operada exclusivamente por empresas privadas.
Entre consórcios e cooperativas, 16 organizações são responsáveis pelos 15 mil veículos e 1.300 linhas que atendem a capital paulista. O papel estatal nessa relação é cumprido pela São Paulo Transporte S.A. (SPTrans), que gere licitações e acompanha a atuação empresarial no transporte.
Nesse ínterim, foi criada a API Olho Vivo que torna pública a posição geográfica de todos os ônibus em circulação na cidade. A partir desses dados, vários empreendimentos como “Cadê o ônibus” e “Trafi” passaram a oferecer interfaces para dar ao público acesso a esses dados. Por meio desses, é possível acompanhar o transporte público com aplicações móveis e saber quando ônibus realmente vão passar por pontos pela cidade com alguns minutos de antecedência.
Apesar de conveniente, essas interfaces, assim como a API oficial, não oferecem uma visão geral da situação e do gerenciamento do transporte público em São Paulo. Não há séries históricas desse mapeamento, nem dados sumarizados sobre essas movimentações que facilitem a extração de conclusões sobre a execução desse serviço.
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about 9 years ago
docker pull laury/monibus